Murmuras segredos da noite,
Nos olhos e no toque,
Te sorrio à procura sempre do outro lado de mim
E busco freneticamente o teu sorriso,
A tua atenção.
Sou o farol que desvia o teu olhar
E te guia até ao meu porto de abrigo.
Sou a tua sombra, o teu amante,
A tua costura no peito, o teu amigo.
Sou a cambalhota do trapezista
Que sustêm o teu respirar
Sou o teu sapato gasto,
E hoje vamos dançar?
Procuro-te na poesia
Pedaço de papel quebrado
No bolso da fantasia
Guardei o teu toque
A tua pele, o teu rosto, o teu dourado.
Joguei contigo aquela peça
Dois lançamentos, casa encarnada
Trocamos sinais e acertamos.
Ainda tive tempo de ser o brilho nos teus olhos
Segundos de felicidade que valem uma vida
29 de setembro de 2010
14 de agosto de 2010
X
´A solidão deixa marcas, a saudade cava vincos e a resistência fica gravada na alma, mas tudo serve para fortalecer o carácter.´
Laurinda Alves
Laurinda Alves
21 de julho de 2010
Confidências
Gosto de despertar sem saber o que vai acontecer, sucedem-se as tentativas da casualidade. Vou tendo o que necessito, cigarros, papel, lápis, e um mundo de folhas brancas onde descubro a maneira mais cómoda de viver através dos labirintos das palavras.
18 de maio de 2010
Mundial Motocross 2010 Águeda
Filipa e Sofia Reis
Henrique Pais e Hugo ao seu melhor estilo
Filipa
A trupe do costume
Que dizer de tanta paixão
Momentos de descontracção
12 de maio de 2010
Fanfarlo - Comets
Look up, open the clouds
Here comes the bombshell
On the way home…
And now we want the coal?
Confusing times
Cry murder, cry what you like
Just let the comets lead the way
We’ll tear it down
We’ll hold the truth by the neck
Kick in the doors and burn the books
Try to forget
And wear it like flag
Try to be patient
On the way home
Cause inside, behind every curtain
They count the minutes, they count the days
We’ll tear it down
We’ll hold the truth by the neck
Kick in the doors and burn the books
Try to forget
If you look at the horizon there is always something ducking out of sight
When you’re looking at the treetops and they’re scratching out their patterns in the sky
Look up, open the clouds
Here comes the bombshell
On the way home…
2 de maio de 2010
Domingo, 02 de Maio de 2010
Encostei a minha cara na tua saia,
agarrando com força a tua mão
colocavas o teu olhar no meu
Perguntava....
O que é a vida?
Tu respondias:
- É o que vês, sentes e observas.
Mamã quero mimos!
Tu abraçavas-me e encostavamos a testa
Mamã, porque morremos?
-Isso é outra parte da vida, sem a morte nada tem sentido.
Subia no teu corpo como se fosse a árvore da vida.
Trepava até chegar aos teus beijos,
Como se eles tivessem respostas.
Jogaste-me suaves palavras,
Colocando sempre asas nos meus dias.
Dizias: - A vida é o que vês,
Tem pombas e estrelas,
Tem luas redondas,
Também tem feridas.
A vida convida-nos a jogar,
E a saltar grandes precipícios.
És mãe, ilusão e sacrifício,
Renúncia, entrega, vocação,
Preocupação, mas também,
Carinho, orgulho, luz, consolo
Referência e apoio, amor, refugio.
Caminho que nos leva seguros pela vida.
MÃE.
Tu que és, eu que sou.
Beijo.
27 de abril de 2010
17 de abril de 2010
Meu Jeito...
Não sou ninguém
Neste universo que me rodeia
Por vezes
Entretenho-me a inventar…
E invento
Por aí além…
Uns versos com rimas
Ou numa qualquer música a tocar
Registado na imagem do fotógrafo
Que me tocou o olhar
São instantes assim
Belos ou não
Que mexem comigo
E me enchem a alma
Transbordando em palavras
Que ordeno como sei
E como bem me apetece
Mesmo sem rimar…
São impulsos meus
Que não deixo passar!
Sei que voo alto
Quando me dedico a criar
Aquela pequena obra
Que tanto prazer me dá
Não me importando sequer
Se os outros irão gostar
Escrevo para mim… só para mim
E é este o meu jeito de mostrar
O meu humilde valor
Pondo em tudo o que escrevo
Um toque de mim
E faço-o com muito amor
Assim sou eu
Ainda se ao menos…
Soubesse escrever poesia!...
Neste universo que me rodeia
Por vezes
Entretenho-me a inventar…
E invento
Por aí além…
Uns versos com rimas
Inspirados em lugares
Em momentosOu numa qualquer música a tocar
Ou ainda…
Naquele instante de magiaRegistado na imagem do fotógrafo
Que me tocou o olhar
São instantes assim
Belos ou não
Que mexem comigo
E me enchem a alma
Transbordando em palavras
Que ordeno como sei
E como bem me apetece
Mesmo sem rimar…
São impulsos meus
Que não deixo passar!
Sei que voo alto
Quando me dedico a criar
Aquela pequena obra
Que tanto prazer me dá
Não me importando sequer
Se os outros irão gostar
Escrevo para mim… só para mim
E é este o meu jeito de mostrar
O meu humilde valor
Pondo em tudo o que escrevo
Um toque de mim
E faço-o com muito amor
Assim sou eu
Ainda se ao menos…
Soubesse escrever poesia!...
