18 de dezembro de 2011

Lo que buscas...!!

Retalhos de uma entrevista, hasta 26 años!!


Ha logrado encontrar una cierta serenidad?
- Sí, pero tengo todavía tantas cosas por hacer!...No me doy palmaditas en la espalda para felicitarme. No, no, no!! Tengo todavía muchas cosas por descobrir e aprender sobre mí, sobre la vida, sobre los otros...Cada dia es un eterno volver a empezar.

Qué te falta para lograrlo completamente?
- Esto se lo diré arriba, cuando esté... muerta. Aprenderé hasta mi último aliento; de lo contrario, mi vida no estaria plena. La serenidad se adquiere a cada instante, cambia cada día hasta que la luz se apague. Estoy serena en mi vida, pero nunca nada es perfecto.

Usted, cómo se definiría?
- Un pouquito cansada!! Bien, en realidad yo me veo como una mujer centrada, dinámica, que vive y bebe su época a grandes sorbos y a la que todavía le quedan muchas cosas por vivir.

Cuál es su lema en la vida?
- Tengo muchos, pero en este momento siento ganas de decir: "Sé honesta contigo misma para serlo con los demás". No soporto ni el egocentrismo ni el ombliguismo!
Pero te digo, hasta este momento no se vivir sin un libro, sin una musica, sin un amigo, sin mis escritos, sin piraguismo!!

13 de novembro de 2011

Caminhos

caminho pelas ruas,
atravesso estradas reconheço trilhos.
no asfalto, passos largos, passos finos.
há sempre um caminho, bom, mau, até o destino.
chegar agora, ir embora daqui a pouco.
registo os caminhos nos rostos expressivos
que comigo vão e na rua encontro.
as pedras rolam pelo chão a cada passo meu.
caminho descalça ou não.
encontro acasos. sem abraços apertados.
olho... vestígios dos caminhos, indos e vindos.

Folha


diz.me da estrela
que antecede a colheita
e da apatia dos sentidos
na míngua dos sonos
diz.me da lua
menos densa rarefeita
e do adágio do povo
na penúria liquefeita
diz.me na surdina
pela calada da seita
diz.me caim e por fim
deste gim com que somos
sem encargos ou ónus
das mansardas dos sonhos
e das folhas pardas
nativas dos olmos
diz.me porque cardas                                                                nas arrecadações dos outonos...

Um Pouco de Mim (Reeditado)

    Um Pouco de Mim
  • Sou sportinguista.
  • Gosto de música ao vivo.
  • Digo que não gosto do meu cabelo, mas no fundo agrada-me.
  • Fascina-me o odor da chuva na terra seca.
  • Chocolate é a tentação.
  • Gosto mais de procurar formas nas nuvens do que nas estrelas.
  • A minha bebida preferida é a água.
  • Costumo chorar ás escondidas e a maioria das vezes não é por tristeza.
  • Analiso muito os pequenos detalhes da vida.
  • Custa-me muito escrever de forma corrosiva.
  • Tenho facilidade em fazer trabalhos-manuais.
  • Entusiasma-me aprender.
  • Por outro lado tenho uma pequena frustração, não ter memória para recordar tudo.
  • Gosto de ler.
  • Sou apaixonada pela fotografia.
  • Gosto mais de um sorriso de que "uns lindos olhos".
  • Adoro quando me fazem massagens.
  • Sou louca por feiras artesanais.
  • Chama-me a atenção tudo o que seja azul.
  • Posso passar horas a olhar e a escutar o mar.
  • Vejo pouca televisão.
  • Só mesmo: telejornais, desporto, programas culturais.
  • Não leio jornais.
  • São poucas as pessoas de olhos claros que me atraem.
  • Há muitos anos que não tenho pesadelos.
  • Mas vivo um diariamente.
  • Todas as estações do ano têm uma enorme beleza.
  • Mas prefiro a primavera.
  • A minha mãe é presença fundamental na minha vida.
  • Não posso evitar estar sempre ocupada, sou muito, muito activa.
  • Sofro de hiperactividade.
  • Admiro pessoas empreendedoras.
  • Amo os meus verdadeiros amigos.
  • Uma boa tertúlia à mesa do café, é algo que não dispenso.
  • Gosto de copiar desenhos e juntá-los à frase de uma canção.
  • Produzo adrenalina em excesso.
  • Tenho por isso uma ansiedade maior.
  • Não sou muito demonstrativa.
  • Se não tiver uma certa confiança nas pessoas.
  • Daria a vida pelos que amo.
  • Adoro viajar.
  • Recordo os retratos em mim e na minha humilde escrita.
  • Escrevo sempre o que sinto.
  • Não suporto a MENTIRA.
  • Não gosto que na amizade trabalhem em paralelo comigo, prefiro ser excluída.
  • Sou deveras radical.
  • Odeio limpar o pó.
  • Adoro ver filmes.
  • Sou muito auto-exigente ( em demasia) comigo e com os outros.
  • Necessito urgentemente de comprar um disco rígido para ampliar a minha memória.
  • Gosto imenso de cozinhar sem receitas, inventar pratos.
  • Viajem da minha vida: percorrer o mundo.
  • Amo o céu estrelado fora das cidades.
  • Gosto do circo.
  • Não acredito no destino.
  • Mas sim nas casualidades.
  • Creio nas almas.
  • Emociono-me quando vejo um casal de idosos.
  • Gosto de andar de bicicleta, patins.
  • Tenho uma personalidade um pouco antagónica, já que sou oposta em vários aspectos.
  • Gosto mais de dar que receber.
  • Só tiro o relógio para dormir.
  • Dependo do tempo.
  • Ultimamente custa-me redigír textos, dos relatórios que tenho de apresentar sobre determinados casos.
  • Odeio a era do celular.
  • Dependo da tecnologia, mas vivia de uma forma mais simples sem ela.
  • As minhas sapatilhas são sempre New Balance.
  • Dá-me vontade de rir quando a moda consegue que muitas pessoas vistam coisas horríveis.
  • Os livros são o meu maior tesouro.
  • Adoro caminhar descalça na verão.
  • Descalçar-me no café e colocar os pés sobre uma cadeira.
  • Costumo guardar muitos pensamentos.
  • Tenho verdadeiros amigos fora do país.
  • Espanha, França, Sérvia, Itália, etc.
  • De quem tenho saudades.
  • Gosto demais, e vivo intensamente as coisas e as pessoas.
  • Sou ingénua em muitas situações.
  • Sou das mães mais liberais que possam existir.
  • Sou repreendida pelos meus filhos.
  • Porque pareço uma criança autêntica, ainda hoje gosto de tocar ás campainhas e fugir.
  • Faço dos disparates mais incríveis.
  • Espero morrer enquanto durmo, mas dentro de muuuuuuuuuuiiiiiitooooooooos anos.

1 de novembro de 2011

18 de setembro de 2011

TEMPO.....





Acordei cedo e olhei para o meu calendario. O tempo passa a correr. tanto se passou desde a ultima vez que escrevi...
Estou numa fase em que a escrita não flui portanto aceitei o facto e tentei-me dedicar a outras coisas, mais um dos meus planos no qual abraço mil e uma coisas. Ainda assim, nem tudo são "mágoas" (se é que isso se pode chamar de magoa)!  Tenho-me agarrado com afinco à leitura e tenho redescoberto o gozo que me dá (assim como o querer de a tudo chegar e... volta e meia... :P bah, faz tudo parte da viagem!!!).
Desenho novos contornos 
Um horizonte alcançavel (espero)!
Por vezes perco-me num reflexo, na ideia daquilo que nós imaginamos que seria a nossa vida... Dei por mim a vasculhar em textos antigos e encontrei um que se identifica de um modo demasiado perfeito àquilo que sinto por vezes...

As palavras silencio,
Apago, rasgo, releio
O raciocinio desvio
porém pela melodia anseio.
E o medo de errar?
Temer o tempo que passou?
Fecho os olhos à falésia,
Vislumbro o meu mar
Encaro o que sou
E tal qual doce amnésia
Esqueço
e em mim é Primavera
E toda a amargura voou.

31 de julho de 2011

UM SONHO NUM SONHO


Este beijo em tua fronte deponho!
Vou partir. E bem pode, quem parte,
francamente aqui vir confessar-te
que bastante razão tinhas, quando
comparaste meus dias a um sonho.
Se a esperança se vai, esvoaçando,
que me importa se é noite ou se é dia...
ente real ou visão fugidia?
De maneira qualquer fugiria.
O que vejo, o que sou e suponho
não é mais do que um sonho num sonho.
Fico em meio ao clamor, que se alteia 8
de uma praia, que a vaga tortura.
Minha mão grãos de areia segura
com bem força, que é de ouro essa areia.
São tão poucos! Mas, fogem-me, pelos
dedos, para a profunda água escura.
Os meus olhos se inundam de pranto.
Oh! meu Deus! E não posso retê-los,
se os aperto na mão, tanto e tanto?
Ah! meu Deus! E não posso salvar
um ao menos da fúria do mar?
O que vejo, o que sou e suponho
será apenas um sonho num sonho?

Edgar Allan Poe

20 de junho de 2011

Mundial e Europeu Motocross MX1 MX2 Águeda 2011

 
  








Muito trabalho, muita emoção, adrenalina qb, e mais uma excelente organização por parte do Ginásio Clube de Águeda e todos aqueles que connosco colaboraram!

4 de junho de 2011

Às Vezes...

Docemente, alinho palavras
na entristecida canção de sal e água.

Por vezes, ao seu redor
esvoaçam picos, formas de pássaros
coloridos, alinhavos sob um fogo encantado.

Olho-os na voz do silêncio desfolhado.

Se por vezes sinto em acalmia a brasa
outras, estremeço pelo vazio
gritante que clama a inconsistência,
a lenta perdição da mente
pelo deserto de inconstância, desperto,
que da chama nada entende nem da verdade.

Quisera ser aroma em flor de letras e
gota a gota elaborar a palavra em falta,
quando cada verso de dor e treva
transforma em dúctil manto
essa voz de pranto e mágoa.

Às vezes, vibrante penso
silenciar o remoinho do espaço,
e sorrindo docemente, espalho
no fogo, o sal, a água
na eterna estrada em cascata.










 
 

Estas Palavras - Miguel Calhaz

Final do Festival "Cantar Abril"
Prémio Zeca Afonso-Melhor canção original-Festival Cantar Abril 2011
Miguel Calhaz-Voz e Contrabaixo
Marco Figueiredo-Piano